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Sunday, October 20, 2019

Confira a lista de campeões da MotoGP de 1949 até 2019


Veja quem já foi campeão na principal categoria da Motovelocidade:

Ano    Campeão
2019     Marc Marquez, Esp (Honda)
2018     Marc Marquez, Esp (Honda)
2017   Marc Marquez, Esp (Honda)
2016   Marc Marquez, Esp (Honda)
2015   Jorge Lorenzo, Esp (Yamaha)
2014   Marc Marquez, Esp (Honda)
2013   Marc Marquez, Esp (Honda)
2012   Jorge Lorenzo, Esp (Yamaha)
2011   Casey Stoner, Aus (Honda)
2010   Jorge Lorenzo, Esp (Yamaha)
2009   Valentino Rossi, Ita (Yamaha)
2008   Valentino Rossi, Ita (Yamaha)
2007   Casey Stoner, Aus (Ducati)
2006   Nicky Hayden, EUA (Honda)
2005   Valentino Rossi, Ita (Honda)
2004   Valentino Rossi, Ita (Honda)
2003   Valentino Rossi, Ita (Honda)
2002   Valentino Rossi, Ita (Yamaha)
2001   Valentino Rossi, Ita (Yamaha)
2000   Kenny Roberts, Jr., EUA (Suzuki)
1999   Alex Crivillé, Esp (Honda)
1998   Michael Doohan, Aus (Honda)
1997   Michael Doohan, Aus (Honda)
1996   Michael Doohan, Aus (Honda)
1995   Michael Doohan, Aus (Honda)
1994   Michael Doohan, Aus (Honda)
1993   Kevin Schwantz, EUA (Suzuki)
1992   Wayne Rainey, EUA (Yamaha)
1991   Wayne Rainey, EUA (Yamaha)
1990   Wayne Rainey, EUA (Yamaha)
1989   Eddie Lawson, EUA (Yamaha)
1988   Eddie Lawson, EUA (Honda)
1987   Wayne Gardner, Aus (Honda)
1986   Eddie Lawson, EUA (Yamaha)
1985   Freddie Spencer, EUA (Honda)
1984   Eddie Lawson, EUA (Yamaha)
1983   Freddie Spencer, EUA (Honda)
1982   Franco Uncini, Ita (Suzuki)
1981   Marco Lucchinelli, Ita (Suzuki)
1980   Kenny Roberts, EUA (Yamaha)
1979   Kenny Roberts, EUA (Yamaha)
1978   Kenny Roberts, EUA (Yamaha)
1977   Barry Sheene, GB (Suzuki)
1976   Barry Sheene, GB (Suzuki)
1975   Giacomo Agostini, Ita (Yamaha)
1974   Phil Read, GB (MV Agusta)
1973   Phil Read, GB (MV Agusta)
1972   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1971   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1970   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1969   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1968   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1967   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1966   Giacomo Agostini, Ita (MV Agusta)
1965   Mike Hailwood, GB (MV Agusta)
1964   Mike Hailwood, GB (MV Agusta)
1963   Mike Hailwood, GB (MV Agusta)
1962   Mike Hailwood, GB (MV Agusta)
1961   Gary Hocking, Rod (MV Agusta)
1960   John Surtees, GB (MV Agusta)
1959   John Surtees, GB (MV Agusta)
1958   John Surtees, GB (MV Agusta)
1957   Libero Liberati, Ita (Gilera)
1956   John Surtees, GB (MV Agusta)
1955   Geoff Duke, GB (Gilera)
1954   Geoff Duke, GB (Gilera)
1953   Geoff Duke, GB (Gilera)
1952   Umberto Masetti, Ita (Gilera)
1951   Geoff Duke, GB (Norton)
1950   Umberto Masetti, Ita (Gilera)
1949   Leslie Graham, GB (AJS)



Ranking dos vencedores (mais do que um título):
1. Giacomo Agostini, Ita    8 (1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1975)
2. Valentino Rossi, Ita       7 (2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2008, 2009)
3. Marc Marquez, Esp      6 (2013, 2014, 2016, 2017, 2018, 2019)
3. Michael Doohan, Aus   5 (1994, 1995, 1996, 1997, 1998)
5. Geoff Duke, GB           4 (1951, 1953, 1954, 1955)
5. John Surtees, GB        4 (1956, 1958, 1959, 1960)
5. Mike Hailwood, GB      4 (1962, 1963, 1964, 1965)
5. Eddie Lawson, EUA     4 (1984, 1986, 1988, 1989)
9. Kenny Roberts, EUA    3 (1978, 1979, 1980)
9. Wayne Rainey, EUA     3 (1990, 1991, 1992)
9. Jorge Lorenzo, Esp      3 (2010, 2012, 2015)
12. Umberto Masetti, Ita   2 (1950, 1952)
12. Phil Read, GB            2 (1973, 1974)
12. Barry Sheene, GB      2 (1976, 1977)
12. Freddie Spencer, EUA  2 (1983, 1985)
12. Casey Stoner, Aus       2 (2007, 2011)


Friday, October 18, 2019

Motos customizadas de altas cilindradas pedem baterias mais potentes

Se as motocicletas são uma paixão, personalizá-las é tornar o objeto de desejo e admiração uma extensão de si mesmo. Por isso, muitos investem alto para ter uma moto superpotente. Mas, essa intervenção requer alguns cuidados especiais, como o uso de baterias que se adaptem facilmente a essas alterações e que também sejam potentes.
Celio Dobrucki, que é referência nacional em customização de motos e conhecido como um dos maiores customizadores de Curitiba (PR), conta que usa as baterias norte-americanas Motobatt, 20% mais potentes que a média do mercado. 
“Elas são muito práticas para se adaptar às motos modificadas, porque, apesar de possuírem tamanho igual ao das outras baterias, têm alguns encaixes que as deixam maior. Além disso, possuem quatro polos, o que permite utilizá-las em vários ângulos”.
Celio cresceu no meio de tintas e ferramentas e, desde cedo, esteve em contato com o universo dos veículos motorizados, pois seu pai tinha uma oficina de reparos de carros. Nos anos 1990, ainda jovem, decidiu comprar uma moto de alta potência, mas não tinha dinheiro para comprar um capacete novo, então decidiu pintar um antigo. Depois, começou a fazer isso profissionalmente em capacetes destinados a corridas.
Em 1996, a Harley Davidson, recém-chegada em Curitiba, pediu para Celio realizar uma pintura exclusiva em uma moto deles. Ele gostou tanto que, em 1999, abriu uma oficina de mecânica e customização especializada em motos da marca.
De lá pra cá, já customizou dezenas de Harleys e há dois anos e meio está usando as baterias Motobatt:
“Uso nas motos customizadas e também nas normais e até hoje estão funcionando perfeitamente. É uma excelente bateria, potente, adaptável e ideal para as motos de alta cilindrada”, afirma.
Os espaçadores e terminais adaptáveis alteram a altura ou largura de acordo com a necessidade, o que permite 16 tipos diferentes de uso.  É 20% mais potente que outras baterias, pois possui o maior CCA (Cold Cranking Ampere – Corrente de Arranque a Frio) do mercado, e está disponível em versões de 4 a 32 Ah, entre as tecnologias GEL e AGM/QuadFlex.

Ela é o produto oficial da AMA Pro Racing/USA e é utilizada pelos melhores pilotos da categoria nas modalidades Road Racing e Flat Track e já foi eleita por especialistas norte-americanos como uma das melhores baterias do mundo.
Saiba mais: www.motobatt.com.br

byEquipe de Jornalismo
Engenharia de Comunicação
Assessoria de Imprensa - MXF Motors
www.engenhariadecomunicacao.com

Thursday, October 10, 2019

MotoGP anuncia corrida no Brasil em 2022

As incertezas que rondam o autódromo de Deodoro não impediram a MotoGP de fechar um acordo para correr no Rio de Janeiro já em 2022. 

No dia 10/10/2019 tivemos a tão esperada notícia relacionada ao motociclismo brasileiro. A principal categoria de motociclismo, o MOTOGP,  anunciou planos de realizar uma etapa no Brasil a partir de 2022. A intenção da categoria é ir para o Rio de Janeiro, no ainda incerto autódromo de Deodoro, em um contrato com duração até 2026.

Caso confirmada, será a primeira corrida da MotoGP em solo nacional desde 2004, onde tínhamos os campeonatos no autódromo de Jacarepaguá. O final das atividades do antigo autódromo carioca, foi em 2016, quando o mesmo foi demolido para dar espaço ao Parque Olímpico. Não há certezas em relação  à viabilidade de construção em Deodoro, existem obstáculos financeiros e jurídicos, contudo,  a prefeitura carioca tratou de divulgar a oportunidade de receber a MotoGP. O prefeito do Rio de Janeiro, Crivella, já anuncia o evento do MOTOGP para 2022, mencionando que se trata de um projeto espetacular, cujo investimento extraordinário irá gerar mais de 700 empregos e fazer o Rio de Janeiro ganhar visibilidade em grandes competições e ainda salienta que tudo isso irá acontecer sem que a cidade tenha que colocar um centavo no projeto, já que todo o "investimento será concessionado”.

Resta aguardarmos para crer.

Quem sabe veremos o grande Circo do MotoGP aterrissando em terras tupiniquins outra vez.

Thursday, January 24, 2019

O motociclismo reina na estatística de acidentes

Assim como em 2017, a maioria das indenizações pagas pelo DPVAT  em 2018 foi para motociclistas.



Seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT, divulgou números de indenizações em 2018. Os casos de Morte registraram queda de 7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Do total de indenizações pagas no ano passado, 70% foram para acidentes de trânsito com vítimas que adquiriam algum tipo de invalidez permanente. Foram mais de 228 mil ocorrências nessa cobertura. Representando apenas 27% da frota nacional, as motocicletas foram responsáveis por cerca de 75% das indenizações pagas em 2018, acumulando mais de 246 mil pagamentos .

Motocicletas
A motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações pagas em 2018. Apesar de representar apenas 27% da frota nacional, concentrou 75% das indenizações pagas. A maioria das indenizações por morte em acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino.
Para os casos de vítimas com seqüelas permanentes, 79% das indenizações por acidentes com motocicletas também foram para vítimas do sexo masculino, enquanto as indenizações por acidentes com os demais veículos, pagas também para os homens, representaram 65%, o que demonstra que a concentração de vítimas do sexo masculino é maior nos acidentes com motocicletas do que com os demais veículos.
As vítimas de acidentes com motocicletas são em sua maioria jovens em idade economicamente ativa. No período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos concentraram 49% dos acidentes fatais e 53% dos acidentes com seqüelas permanentes. Foram pagas, aproximadamente, 96 mil indenizações por invalidez permanente às vítimas nessa faixa etária, em acidentes envolvendo o uso de motocicletas.
Para Celso Mariano, especialista em trânsito :“Quantas vezes nos últimos anos você foi parado numa blitz? Quantas vezes já solicitaram a apresentação da sua CNH em uma operação policial? Não temos uma fiscalização intensificada para averiguar os motoristas que dirigem sem a CNH. A falta de habilitação possui ainda uma correlação com a faixa econômica dos cidadãos, principalmente motociclistas. São pessoas de baixa renda, que optam por comprar a moto, mas não têm condição de pagar pela habilitação. Isso é muito característico nas pequenas cidades no nordeste”.

Por Mariana Czerwonka.   https://portaldotransito.com.br/

Tuesday, January 08, 2019

It's time.... It's your turn: I've tried it!

The loudest sound you will hear is your heart racing, is the announcement of the Livewire Electric HD. I did the test ride when the project was launched. And it's true! It's a completely new experience. It's fun, of course, and no comparison to any other bike. 
The price is another surprise... I've never thought it would start at almost 30k. 



The LiveWire™ motorcycle to be available in select dealerships through North America and Western Europe in the fall of 2019. Select additional markets will follow.




Estimate range: 
The high-voltage battery, or RESS, provides an estimated 110 miles of range, measured using the MIC mixed-use cycle. Riding range estimates based on current SAE testing of LiveWire concept motorcycle. Actual riding range will vary based on several factors including weather and driving conditions


Charging options: 

The LiveWire™ can be charged at any compatible charging station, or with its on-board charger and a standard household outlet.

  • Level 1 (standard household outlet): 13 miles range per hour of charged.
  • Level 2: LiveWire can be connected to a Level 2 charge unit but will be charged at the Level 1 rate.
  • Level 3 (DC Fast Charge): 192 miles range per hour charged.
There is also a Connect Service: 

It is a technology that provides cellular connectivity that can link a LiveWire™ owner with their motorcycle through their smartphone using the latest version of the Harley‑Davidson™ App. H-D™ Connect allows owners to connect remotely to their LiveWire™ motorcycle and allows for viewing of key vehicle health information such as battery charge status. It will also send you security alerts if your bike has been bumped, tampered with or moved. GPS-enabled stolen vehicle tracking provides peace of mind. H‑D™ Connect also tells you the location of your parked motorcycle on a map, sends you automated reminders about upcoming vehicle service and a charge station locator. H-D™ Connect will be free for the first year. After that, there will be a subscription fee. Without the subscription that is required to maintain a cellular service, owners will not be able to take advantage of any of the remote status and security features.





Two exclusive paint colors (Yellow Fuse and Orange Fuse) are unlike anything else in the H‑D palette. They are finished to give the look of anodized metal. The LiveWire™ is also available in vivid black.

The Project Livewire can be reached here, the Portuguese version.