Banner2012

Banner2012

Tuesday, May 20, 2014

XV MOTOSERRA






Programação do XV MotoSerra Encontro de Motociclistas na Serra Gaúcha

 

13 de junho de 2.014 - Sexta Feira

09h00 -Abertura da Recepção no Ferrovia Live
12h00 -Abertura da feira de artigos no pavilhão.
12h00 -Abertura do Acampamento
19h00 -Fechamento da Recepção
19h00 -Show nos pavilhões – Banda Os Comparsas
20h30 -Show do Intervalo – Acústico com Daniel Kobra
21h00 -Show nos pavilhões – Banda Monty Python
24h00 -Festa do MotoSerra no Ferrovia Live temática sexta13 Tributo a Black Sabbath
24h00 -Encerramento das atividades no Pavilhão.

14 de junho de 2.014 - Sábado

09h30 -Abertura da Recepção no Ferrovia Live
10h00 -Abertura do encontro, cadastramento e feira de artigos no pavilhão.
12h00 -Aproveite o almoço na praça de alimentação da Expobento
13h00 -Fechamento da recepção no Ferrovia Live
13h30 -Show nos pavilhões – Banda Norma Jean e os Comprimidos
15h00 -Show do Intervalo – Acústico com Daniel Kobra
15h30 -Show nos pavilhões – Banda Kid Cegonha
17h00 -Show do Intervalo – Acústico com Daniel Kobra
17h30 -Show nos pavilhões – Banda Os Comparsas
19h00 -Show do Intervalo – Acústico com Daniel Kobra
19h30 -Show nos pavilhões – Blue Frog Band
23h00 -Festa do MotoSerra no Ferrovia Live com Banda Kid Cegonha
24h00 -Encerramento das atividades no Pavilhão.

15 de junho de 2.014 - Domingo
09h00 -Abertura do encontro, cadastramento e feira de artigos no pavilhão.
12h00 -Aproveite o almoço na praça de alimentação da Expobento
12h30 -Entrevista com candidatas ao Concurso Rainha do Motociclismo de Bento Gonçalves
14h00 -Desfile candidatas Concurso Rainha do Motociclismo de BG
14h15 -Show nos pavilhões – Banda Os Comparsas - Jam Session
16h30 -Entrega da faixa da Rainha do Motociclismo de Bento Gonçalves.
18h30 -Encerramento do XV MotoSerra.
 
Coordenadas GPS da Recepção sul -29,172961 oeste -51.519245
Coordenadas GPS do Pavilhão sul -29,167264 oeste -51,494054
 




 





Thursday, March 27, 2014

LIZ CORDOVA - TECNO POWER RACE TEAM




        
  
                        A Piloto Liz Cordova (35 anos) vai estrear nas pistas do RS com uma recente parceria firmada com os irmãos Quadros ; ela fará parte dTecno Power Race Team com sua  BMW 1000  número 29. Entretanto, para  temporada do Gaúcho de 2014, a equipe contará apenas com a Liz e o Alex nas pistas.



    



            Autódromos como o de Curitiba, quintal da casa dela (ela mora em Piraí do Sul (PR) são percorridos mensalmente, assim como Londrina(PR), Campo Grande (MS), Guaporé, Santa Cruz do Sul (RS), Interlagos(SP), Nelson Piquet (DF), Mega Space (MG), SBK (ES).  Como podem perceber, essa  pilota não mede esforços para aperfeiçoar, crescer  e para tal, conta com a parceria inseparável do maridão Geno. Rodam o país na sua  Sprinter 090, devidamente emblemada com a mesma seriedade eresponsabilidade de qualquer piloto já estabelecido em campeonatos pelo Brasil. 


(Liz e o marido Geno)

            Liz iniciou sua vida como piloto acompanhando o marido Geno Moreira em passeios, encontros e track days. Estamos falando em aproximadamente 5 anos atrás, tempo que ela utilizava uma Yamaha R1 e o marido sua Honda Repsol. O gosto pelo esporte foi aumentando e a necessidade de aperfeiçoamento que estas máquinas exigem fez com que essa escorpiana determinada começasse buscar cursos específicos de pilotagem para pista, radicalizando sua performance nas pistas. 



            No seu currículo, ela carrega  nomes como Alex Barros, Carlos Barcelos, Tinho da Rio Racing, Black, Murilo Colatrelli, Fernando Guerra, Roger Tavares, Sumerj,  sendo que estes cursos foram ministrados nas mais diversas pistas do país.

            Mas não para por aí! Essa guerreira já participou inclusive das 500 milhas de Interlagos, onde tive o prazer de conhecê-la, em janeiro de 2012. Cativa as pessoas por onde passa, dona de 1,77 m de altura é impossível não percebê-la, mas o que mais chama a atenção é o sorriso largo, o jeitão descontraído e amigável, as gargalhadas, brincadeiras e parceria. 

            Já fez parte de equipes como a Extreme Speed Interlagos e No Limit, participando também das Racing Girls de SP. Recentemente iniciou um projeto junto com sua inseparável amiga, e também pilota, Gabi Racing (Vitória-ES): uma escola de pilotagem. Para isso se preparou também, fez curso de instrutora, dedicação total. Chama-se SUMERJ-ES e o foco destas duas pilotas em seus cursos, como não poderia deixar de ser, são as novas pilotas que estão surgindo.

             Quando falo de pilotas, falo de motociclistas mulheres, corajosas, que querem dar seu melhor, mostrar que podemos tanto quanto qualquer homem, basta que nos respeitem e valorizem tal qual é feito com eles. Que nos deem oportunidades para que possamos mostrar nossas habilidades.

            E desta valorização surgiu a parceria atual com os irmãos Quadros, gaúchos, que viram nesta pilota um potencial a ser explorado, a ser lapidado também, pois tudo na vida é uma soma de aprendizados. Parabéns à nova Equipe e lógico, meu muito obrigada por acreditarem no potencial da Liz e valorizarem a capacidade dela.
            Eu vi isso lá em Interlagos, ainda!!! Uma mulher super determinada e guerreira.


 


Liz com a moto 84 nas 500 Milhas de Interlagos, em janeiro de 2012

             


              Tomara mais e mais equipes enxerguem longe como vocês, Tecno Power Race Team, para que possamos ver mais mulheres nas pistas aqui no RS. O piloto Rad foi o pioneiro colocando a talentosa gaúcha Ilaine Ceratti com sua CBR1000 nas pistas em 2012 numa Etapa do Gaúcho de Motovelocidade, pouco a pouco o time feminino foi crescendo, com a Helen Cris e a Luana Farias; a equipe do piloto Carlos Barcelos conta com a paulista Lu(Haya)Carvalho e Kelly Ribeiro.

            Confesso que tentei, mas não consegui patrocínio, tampouco apoio e não pude me dedicar o tanto quanto gostaria para obter performance, qualidade, destreza, habilidades, infelizmente; pois o gosto, paixão e jeito, garanto que seguem correndo nas veias! Contudo, minha felicidade em ver estas mulheres voando as tranças pelas pistas é gigante!!!!!!!!! Elas tem minha torcida, meu apoio, pois assim me realizo!!!!
Beijo, Julie M. – Março 2014

 
Nota: Alex Quadros (Tecno Power Race Team) Campeão da Categoria Turismo em 2012 e em 2013, disputou no Uruguai o título com o Campeão Portaluppi, porém devido a uma queda, ficou em terceiro lugar  na classificação.

Aqui minha primeira e única participação numa prova, onde dividi pódio com a Liz (2012).

Saturday, March 08, 2014

FELIZ DIA DA MULHER - 08/03/2014



DIA DA MULHER....

 


Mulher motociclista,
mulher piloto,
mulher carona,
mulher "anjo da guarda",
mulher mãe, esposa, namorada ou noiva
e simplesmente mulher...


 
 Parabéns a todas as mulheres pelo dia 08, nosso dia para comemoração, uma vez que considero que os demais 364 dias também sejam nossos...

Queria expressar meu carinho de alguma forma a todas as caroneiras, pilotAs, admiradoras, ou simplesmente as "anjas da guarda" que ficam em casa esperando que seus amores, maridos, namorados, filhos, retornem sãos e salvos das brincadeiras que esse maravilhoso mundo sobre duas rodas proporciona.

Muitos homens ainda nos dão as costas e muito pouca credibilidade quando o assunto gira em torno das duas rodas, mas quanto mais eu ando por aí, mais eu sinto que é puro receio, pois eles sabem, que quando uma mulher se dispõe a fazer algo, ela sempre se supera... e vai ficar muito barbado às moscas...

Somos o sexo não mais tão frágil e muito mais participativo inclusive deste mundo, outrora tão somente masculino!
 (...)
 Beijo a todas que lerem este texto e um puxão de orelhas aos "homens" que não concordarem!!!!

Julie M. – 2008 ®

 
Esta foi minha mensagem de FELIZ DIA DAS MULHERES em 2008 da qual suprimi uma parte que não se aplica mais ao 2014, entretanto o restante, ou seja quase tudo pode ser repetido um milhão de vezes... e nunca, nunca será demais ou nem démodé, ou out of fashion...

Somos o que somos e principalmente, amamos tudo que fazemos, colocamos emoção, amor, dedicação, estudo, garra, força de vontade. Talvez por isso consigamos destaque nessas proezas outrora masculinas, como o motociclismo, pois necessitamos dedicação total num âmbito em que já fomos muito desacreditadas e pouco valorizadas. 

Hoje, 2014, temos mulheres se destacando a todo momento em esportes à motor, sejam duas rodas ou quatro, ou trabalhadoras pilotando bólidos com asas ou hélices  ou ainda muitos eixos e rodas... carregando consigo a responsabilidade de cargas valiosas ou de cargas de valor inestimável, vidas...
Enfim, não há o que dizer além de PARABÉNS, SUCESSO e tudo mais que seja devidamente merecido!

Super beijo,

Julie M.

fotos: Chacal

Friday, January 17, 2014

Postado por Nenad Djordjevic

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O futuro do motociclismo brasileiro

Quem acompanha minha trajetória profissional, ficou surpreso com a aparente ausência do cenário motociclístico em 2013. Recebi muitas mensagens me questionando, incentivando e cobrando. 
Após 12 longos anos de trabalho ininterrupto, desliguei-me da revista Moto Adventure, mas não do mundo motociclístico. Dediquei-me praticamente o ano todo ao meu curso de pilotagem – Performance Professional Riding – e a uma profunda análise do cenário que vivemos, no tocante ao motociclismo. Nos próximos parágrafos verá o resultado dessa análise e as consequências decorrentes.
A moto e a sociedade
Vivemos uma conjuntura onde a moto se encontra mais marginalizada e menosprezada que em qualquer outra época de nosso país. É a anticultura motociclística. A quantidade e gravidade dos acidentes, bem como as notícias negativas relacionadas à moto são os principais motivos, mas não os únicos.
O drama dos acidentes e sequelas causadas atinge muito além do próprio motociclista – são familiares, parentes e amigos, que passam de uma hora à outra, a ver a moto como uma verdadeira encarnação do demônio, hostilizando o objeto, esquecendo-se que ele próprio é incapaz de causar qualquer espécie de dano, se não estiver sendo manuseado por uma pessoa. O dano causado por um acidente de moto é muito mais abrangente que o próprio, tendo consequências irreversíveis – qual pai ou mãe não insistiria com seu filho para abandonar o motociclismo após um acidente? O que dizer de morte em família? Infelizmente, essa é a mentalidade brasileira.
Em outra vertente, a grande maioria das notícias relacionadas à moto é negativa, sendo as poucas ações positivas, ofuscadas pelo drama dos acidentes e crimes  envolvendo a moto. Basta uma breve pesquisa na internet usando o termo “moto” para ver por si só – aos olhos da sociedade que consome qualquer tipo de informação, somos todos loucos ou bandidos. Genericamente, com exceção da mídia especializada, as principais formas de comunicação em massa, têm antipatia pelo motociclismo. Basta ver o espaço que ocupamos na mídia televisiva, que é quase inexistente.

A conclusão é óbvia – estamos nos afundando na lama, por falta de ação. Nossa e das autoridades que regulamentam o setor.
Moto x Estado
Os governantes, historicamente, nunca se preocuparam muito com o setor – éramos inexpressivos em número e quantidade de problemas gerados, não merecendo qualquer política de estado. A não ser os incentivos fiscais para a produção. Favor não confundir política de estado com política de governo. A primeira transcende os governos temporários. A preocupação maior do estado sempre foi, muito apropriadamente, diga-se de passagem, no âmbito do transporte público, uma vez que a grande maioria da população depende exclusivamente deste tipo de transporte para sua locomoção.
Mas com o aumento da frota de motocicletas, com a continuada falta de investimento na qualificação dos condutores e o crescente uso da moto por parte de criminosos, nos tornamos um “baita” problema para o estado e a sociedade. Bem maior que os benefícios que a indústria do motociclismo gera em riqueza, impostos e empregos.
Tornamos-nos, simultaneamente, problema de saúde e segurança pública!
Essa imagem negativa da moto e de seu usuário, associada à falta de coesão e representatividade da classe, permitiram que diferentes órgãos e autoridades se vissem no direito de querer legislar sobre a matéria sem qualquer critério lógico, quanto mais técnico. Cito alguns exemplos: o juiz que proibiu o uso de capacetes em uma cidade do interior baiano há alguns anos, a tentativa de proibição de garupa em moto, ou ainda esta preciosidade: 



Texto encontrado em apostila fornecida pela CET para uso no treinamento de motofretistas.
Onde está o Ministério Público nessas horas para perguntar à presidência desta companhia, subordinada a Prefeitura de São Paulo, porque este organismo tenta impor medidas restritivas ao fluxo de veículos, quando tem em suas diretrizes promover a mobilidade e a livre circulação?
Como essa companhia determinou o que é, ou não, seguro para um motociclista, quando a comunidade técnica sequer foi ouvida? Onde está a base de argumentação que sustente tal afirmação? Somente um motociclista mal preparado poderia eventualmente concordar com tal premissa.
Simples comparação
Observem agora o que aconteceu com o ciclismo ao longo dos anos, e mais precisamente, ao longo da última década – principalmente nas grandes metrópoles. De uma hora pra outra, o ciclismo ficou em evidência – prefeituras se movimentaram para criar ciclovias, faixas reversíveis e campanhas para uso da bicicleta.




Por favor, não me entendam mal. Adoro andar de bicicleta e apoio o ciclismo nas mais diversas formas e modalidades.
Mas vamos agora fazer uma pequena comparação do que aconteceu ao ciclismo nesse período e o que aconteceu ao motociclismo. Quem pode me dizer quando existiu uma única campanha governamental para uso da motocicleta? Em meus 40 anos de duas rodas, não me recordo de ter visto. Talvez esteja caducando, mas nos últimos 20, tenho certeza que não houve. No entanto, o ciclismo ganhou força e notoriedade por conta da articulação de pequenos grupos, principalmente ambientalistas, que souberam se organizar e articular seu movimento.
E nós? O que fizemos?
Fora as singelas tentativas individuais por parte da mídia especializada e pilotos profissionais em educar os motociclistas quanto a procedimentos e conduta salutar, quem mais agiu a favor do motociclismo? A maioria dos fabricantes acordou para essa realidade apenas recentemente, há menos de uma década, e mesmo assim de forma tímida – principalmente porque viram que seus lucros estavam em jogo.
Pois é. Nosso estilo de vida está caminhando para a inviabilidade.
E agora?
Todos os problemas à parte, vivemos também um momento ímpar na história – 2014 é um ano de eleições e nós motociclistas somos agora um número expressivo de eleitores. O que falta é nos unirmos em torno de temas fundamentais para o futuro do motociclismo no país e nos articularmos para tirar vantagem máxima desta oportunidade – antes que seja tarde demais para reverter o infeliz quadro que ajudamos a pintar.




Não há na história da humanidade qualquer grupo de pessoas que tenha obtido sucesso com lutas individuais.
É a partir da união, que pressões podem ser exercidas para colocar nos eixos tudo de errado que estamos tão cansados de observar.
Discurso político? Não! Não sou candidato a nada!
Mas também não quero ficar de braços cruzados e permitir que pessoas sem qualquer conhecimento desse fantástico veículo, criem políticas que me afetam.
Estes foram os motivos que me levaram à criação do “Movimento pela Valorização do Motociclismo - MVM”, uma organização que pretende reunir os mais diversos profissionais do motociclismo, mas principalmente aqueles da comunidade técnica e da mídia especializada, para debater e chegar a um consenso sobre questões que afetarão nosso futuro.



A meu ver, o Movimento terá a responsabilidade de debater os temas reconhecidamente problemáticos, chegando a um consenso sobre que rumo adotar.
Os temas discutidos serão finalizados na forma de documentos participativos, onde todos os membros tenham opinado até que valores homogêneos, ou votados pela maioria, expressem a opinião de todo o grupo acerca do tema abordado.
Estes documentos serão então encaminhados para os órgãos oficiais que representam a comunidade motociclística, (Ex: ABRACICLO, CBM, ABRAM, etc.) com a finalidade de dar sequência e ação necessárias para implementação das conclusões obtidas, junto às autoridades que regulamentam o setor.
Por fim, as conclusões de temas técnicos também serão apresentadas coletivamente à ABNT, para possível normalização de seu conteúdo, com vistas à padronização –  Ação extremamente importante para dar sustentação aos pleitos.
Os documentos produzidos terão grande valor político por terem sido propostos pela comunidade técnica, que reúne os profissionais mais gabaritados para a tarefa. Como a maioria deste grupo também tem participação em diversas mídias, teremos condições de pressionar os órgãos responsáveis de maneira pública, com extrema visibilidade, respaldados pela opinião constituída coletivamente.
Independente dos resultados, eu acredito que a maioria de nós dormiria mais tranquilamente por ter feito algo de concreto – invés de apenas reclamar. Temos de ter em mente que se tem alguém que de fato possa fazer algo a respeito da atual situação, este alguém somos nós. Afinal de contas, somos referência em vários âmbitos do motociclismo, frequentemente sendo tratados como  “especialistas” e “formadores de opinião”, não é mesmo?

Pelo que pude notar ao longo dos anos de convivência com a comunidade técnica e o meio jornalístico, existe certa uniformidade nas ideias, sendo as arestas poucas e relativamente fáceis de aparar. Basta um pouco de empenho e dedicação dos membros, para nos tornarmos uma voz forte e determinante. Mesmo as ideias contrárias terão sua manifestação assegurada através da metodologia, garantindo que os documentos democraticamente produzidos sejam espelho da vontade da maioria.
Escolhi como plataforma operacional a seção de grupos do Facebook®, combinada ao recurso do Google Docs®, por constituírem a plataforma mais versátil, permitindo agilidade na comunicação entre os membros. Podemos ainda contar com a ferramenta de voto oferecida no Facebook® para ordenar e deliberar de forma construtiva sobre os mais variados temas. Uma vez organizados, poderemos migrar para plataformas que eventualmente sejam mais produtivas.
Enfim, finalizo com o convite à todos os profissionais do motociclismo, de cada um dos estados brasileiros, representantes de fabricantes e associações do setor, bem como qualquer motociclista que tenha opinião fundamentada, a participar dessa luta, que em minha modesta opinião, pode sim, gerar frutos positivos para o nosso estilo de vida. Apelo principalmente aos meus pares, que demonstraram tanta capacidade e sensatez em inúmeros artigos relacionados à segurança motociclística, que ponderem acerca do proposto e se unam a mim nesta empreitada.
Vamos dar um jeito nessa zona !!


Nota do autor: 
Peço a gentileza de compartilhar este texto com quem achar que pode contribuir, tendo em mente que se trata de trabalho acadêmico que precisa de argumentação e contra-argumentação para poder surtir o efeito que desejamos. As pessoas participantes terão que possuir obrigatoriamente essa capacidade argumentativa, embasando suas opiniões no conhecimento técnico e científico.